Os efeitos da crise econômica nas startups

A crise econômica brasileira vem arrepiando muitos empresários, que têm encontrado no país um cenário complexo para se empreender. Porém, muitas startups estão aproveitando este momento instável para crescer, além de desenvolverem novas estratégias para superar a crise.

Para você que pensa em montar esse tipo de negócio ou que já atua na área, é sempre importante pensar qual problema será solucionado com o seu produto, e qual é a necessidade do mesmo no mercado atual.

Nesse artigo, vamos abordar os pontos que levam ao crescimento dessas empresas e como isso poderá ser aplicado na sua startup.

Economia no bolso

Durante momentos como este em que o país vive, a questão principal para empresas e consumidores costuma ser: como economizar mais? É a partir dessa necessidade que surgem oportunidades para startups.

As empresas que buscam soluções mais baratas para reduzir os custos dos clientes têm tido grande sucesso. É o caso, por exemplo, da Rock Content e da Méliuz Empresas, que são startups B2B (Business to Business), cujos serviços e produtos são focados em empresas.

Além disso, pessoas físicas também buscam soluções mais baratas para o seu dia a dia. Isso garante o êxito das startups B2C (Business to Consumer – oferecem serviços e produtos focados no consumidor final) que apresentam propostas de economia. Alguns bons exemplos são as startups Nubank, Pelando e Max Milhas.

Aumento da renda

As taxas de desemprego vêm aumentado no país, como consequência imediata da crise econômica. Muitos profissionais qualificados deixam empresas, o que acaba criando um mercado com vários profissionais ociosos.

Em razão disso, startups como Uber e Hotmart têm se dado bem neste período, pois elas ajudam o profissional a buscar um emprego autônomo e a complementar a sua renda.

Novos problemas, novas soluções

Neste período de crise econômica, podem surgir problemas novos para empresas e pessoas, assim como os já existentes podem se ampliar ainda mais. Mas são nestas adversidades que se encontram oportunidades para novas startups.

Um exemplo é a “Encontre um Nerd”, que viu um mercado promissor a partir da queda de venda dos computadores (e, consequentemente, do aumento da necessidade de conserto de PCs antigos). Eles criaram um aplicativo que conecta técnicos capacitados a pessoas com necessidade de ajuda no manuseio do computador.  A startup está em expansão desde de 2014, quando foi fundada.

Investimentos

Como o ecossistema brasileiro de startups é amplo e possui muitos talentos, com altas demandas de seus produtos e serviços, ele ainda atrai ótimas oportunidades de investimentos. Além disso, em função da alta do dólar, está mais barato investir em startups brasileiras.

Como exemplo, temos a Loggi, que conecta motoboys a pessoas que precisam fazer entregas através de um aplicativo: a partir de três fundos de capital de risco, foram arrecadados R$50 milhões para a empresa. Esses investimentos alavancaram o crescimento da startup nos últimos seis meses de 2015.

Vimos que é possível sim lucrar e inovar em tempos de crise econômica. Tenha uma ideia diferente, e estabeleça metas e objetivos que sua startup deve alcançar para ter sucesso.

Aproveite e compartilhe esse texto com seus amigos empreendedores nas redes sociais. Quem sabe você não dá a luz que eles precisam?

[:pt]A crise econômica brasileira vem arrepiando muitos empresários, que têm encontrado no país um cenário complexo para se empreender. Porém, muitas startups estão aproveitando este momento instável para crescer, além de desenvolverem novas estratégias para superar a crise.

Para você que pensa em montar esse tipo de negócio ou que já atua na área, é sempre importante pensar qual problema será solucionado com o seu produto e qual é a necessidade do mesmo no mercado atual.

Nesse artigo, vamos abordar os pontos que levam ao crescimento dessas empresas e como isso poderá ser aplicado na sua startup.

Economia no bolso

Durante momentos como este em que o país vive, a questão principal para empresas e consumidores costuma ser: como economizar mais? É a partir dessa necessidade que surgem oportunidades para startups.

As empresas que buscam soluções mais baratas para reduzir os custos dos clientes têm tido grande sucesso. É o caso, por exemplo, da Rock Content e da Méliuz Empresas, que são startups B2B (Business to Business), cujos serviços e produtos são focados em empresas.

Além disso, pessoas físicas também buscam soluções mais baratas para o seu dia a dia. Isso garante o êxito das startups B2C (Business to Consumer – oferecem serviços e produtos focados no consumidor final) que apresentam propostas de economia. Alguns bons exemplos são as startups Nubank, Pelando e Max Milhas.

Aumento da renda

As taxas de desemprego vêm aumentado no país, como consequência imediata da crise econômica. Muitos profissionais qualificados deixam empresas, o que acaba criando um mercado com vários profissionais ociosos.

Em razão disso, startups como Uber e Hotmart têm se dado bem neste período, pois elas ajudam o profissional a buscar um emprego autônomo e a complementar a sua renda.

Novos problemas, novas soluções

Neste período de crise econômica, podem surgir problemas novos para empresas e pessoas, assim como os já existentes podem se ampliar ainda mais. Mas são nestas adversidades que se encontram oportunidades para novas startups.

Um exemplo é a “Encontre um Nerd”, que viu um mercado promissor a partir da queda de venda dos computadores (e, consequentemente, do aumento da necessidade de conserto de PCs antigos). Eles criaram um aplicativo que conecta técnicos capacitados a pessoas com necessidade de ajuda no manuseio do computador.  A startup está em expansão desde de 2014, quando foi fundada.

Investimentos

Como o ecossistema brasileiro de startups é amplo e possui muitos talentos, com altas demandas de seus produtos e serviços, ele ainda atrai ótimas oportunidades de investimentos. Além disso, em função da alta do dólar, está mais barato investir em startups brasileiras.

Como exemplo, temos a Loggi, que conecta motoboys a pessoas que precisam fazer entregas através de um aplicativo: a partir de três fundos de capital de risco, foram arrecadados R$50 milhões para a empresa. Esses investimentos alavancaram o crescimento da startup nos últimos seis meses de 2015.

Vimos que é possível sim lucrar e inovar em tempos de crise econômica. Tenha uma ideia diferente, e estabeleça metas e objetivos que sua startup deve alcançar para ter sucesso.

Aproveite e compartilhe esse texto com seus amigos empreendedores nas redes sociais. Quem sabe você não dá a luz que eles precisam?